Então eu li... As Crônicas de Bane


Faz um bom tempo que não posto na tag Então eu li. Mais de um mês! Então decidi parar de preguiça, tirar umas fotos e postar.

E vou falar hoje de ninguém menos que o feiticeiro mais brilhoso e coberto de purpurina do universo: Magnus Bane!
Eu sou uma grande fã do trabalho da Cassandra Clare, e se você conhece os livros dela sabe muito bem que Magnus não passa despercebido! Presente em todas suas séries, e agora com um livro de contos só seu. Cassie sempre realizando os sonhos dos fãs <3

Mas caso você não conheça ou saiba sobre o que estou falando, leia esse trechinho aqui:
Nesta edição ilustrada, são narradas as mais diversas aventuras do feiticeiro imortal Magnus Bane, das aclamadas séries de Cassandra Clare. Entre escapadas no Peru e resgates reais na Revolução Francesa, acompanhe fragmentos da vida do enigmático mago ocorridos em diversos países e períodos históricos, com aparições de figuras conhecidas como Clary, Tessa, Will e Alec, personagens de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais
Cassandra tem uma imaginação muito fértil, e ela conseguiu desdobrar Magnus em tantos aspectos e encaixa-lo em tantas situações históricas que eu tiro meu chapéu! Mesmo assim ela conseguiu não perder a essência do personagem que apenas confirma o quão incrível consegue ser. Além de divo/ryco/conceitual/lacrador é atemporal, gente, hahaha
São 10 contos deliciosíssimos de ler (e que te dão vontade de quero mais, e que são um bem diferente do outro e que não dá pra escolher um favorito) e cada capítulo começa com uma ilustração da artista-mor do fandom Shadowhunter, Cassandra Jean. É amor demais e eu não canso de dizer isso <3
Jaaaames <3 The Last Hours promete
Vou fazer um resuminho de cada conto. Algo básico:

  • O Que Realmente Aconteceu no Peru
Antes de Magnus ser proibido de pisar em Peru, esse país era um dos favoritos dele. Neste conto nós vemos as aventuras de Magnus nessa terra desde o século XVIII até o século XX. A amizade dele com o Ragnor é tão legal que é uma pena o que acontece com o nosso feiticeiro verde :( e claro, não podemos deixar de dizer dos amores de Magnus. Como um bom boêmio que é, muitos amoresss

  • A Rainha Fugitiva
Um dos meus favoritos! Por quê? Gente, eu amo História, e aqui Magnus está no meio da Revolução Francesa! Me diz se tem algo mais legal que isso? Você não vai achar. As cenas de Magnus tentando tirar Maria Antonieta da enrascada na mansão dos vampiros é hilária. Desculta, Mariazinha, mas se tem alguém aqui digno de realeza, essa pessoa se chama Magnus Bane.

  • Vampiros, Bolinhos e Edmund Herondale
Don't get me wrong, mas eu sou apaixonada demais pelos Herondale! Ok, ok, quem não é? Mas não é ser poser não, os Herondale só faltam brilhar no escuro. Uma coisa que amo desse livro é que Magnus passa por três gerações de Herondale e ele compara cada um e nós vemos o quão complicados são os homens que carregam esse sobrenome. Edmund, que é loiro como Jace, e seu modo curioso e inocente, e sua filosofia de não querer se apaixonar e no fim cair de amores por uma mundana galesa de cabelos negros (aka mamãe de Will <3). Herondales quando amam, amam intensamente e para sempre. E EU AMO ESSA FAMÍLIA, OK? OK. Maravilhoso ver o mundo das sombras antes de As Peças Infernais <3

  • O Herdeiro da Meia-Noite
Esse conto foi feito para te dar feels e com vontade de deitar na BR em posição fetal. As Peças Infernais é minha série favorita da Cassie, e ver os personagens principais vinte e cinco anos depois apertou meu coração. Will sendo Will, bromance Heronstairs (já disse que Tessa + Will + Jem é o melhor triângulo amoroso que já foi feito no mundo? Então, é o melhor), James já mostrando que veio ao mundo pra causar como todo Herondale ("Meu pai era amaldiçoado. Eu sou condenado", frase de Jamie, porque todo Herondale é exagerado e poético), Tatiana mostrando que em The Last Hours vai ser a vilã do jeito que a gente gosta e Magnus sendo Magnus. Quero saber mais sobre The Last Hours, Cassie! Já amo o Matthew antes mesmo de saber dele :')

  • A Ascensão do Hotel Dumort
Uma das décadas que acho mais legais do século XX definitivamente é a década de 20 (juntamente com a 60. Adoro os acontecimentos históricos dessas épocas). No auge do Jazz e a Lei Seca nos EUA, o que Magnus faz? Um bar clandestino, claro. Porque quebrar as leis mundanas é o maior prazer existente. Um dos personagens desse conto, Alfie, foi o que mais me tocou. Um mundano que se embebeda porque seu coração está ferido. O pedido que ele faz ao Magnus é de cortar o coração.

  • Salvando Raphael Santiago
Confesso que nunca gostei do Raphael enquanto lia Os Instrumentos Mortais. Achava ele fresco demais (como todos os vampiros são). Mas aqui nós vemos como ele se transformou em vampiro, seu passado, sua família, suas motivações e NOSSA! Raphael se mostrou incrível! Sua luta para mostrar humanidade para a mãe é tocante e seu bromance com Ragnor é shippavel demais, hahaha

  • A Queda do Hotel Dumort
Confesso que não achei esse conto tão legal. Nem lembro direito dele, hehe. Mas nós vemos os vampiros que andam se drogando, e Magnus tem que detê-los do vício. É bem interessante! Aqui ele relembra seu amor pela vampira mortalmente linda Camille e seu pedido para Catarina no final do livro é assim... Drástico e que muda tudo. Ver o lado quebrável de Magnus é uma das coisas que a gente não espera no meio de tanto carisma e purpurina do feiticeiro.

  • O Que Comprar para o Caçador de Sombras que Tem Tudo (E com Quem Você não Está Saindo Oficialmente)
Nesse conto vamos na época em que passa Os Instrumentos Mortais e temos um vislumbre do começo do relacionamento de Magnus com Alec <3. Ai ai, como shippo Malec! Eu amo Malec porque é tudo tão delicado, tão natural. Alec tem seus medos, já que Magnus também é menino e ainda por cima feiticeiro. Caçadores de Sombras, por que tão conservadores? Também temos a participação especial de um demônio que também aparece em As Peças Infernais e é hilário!

  • O Último Confronto do Instituto de Nova Iorque
Eu sou apaixonada pelo Círculo. Não sei porque, mas as histórias dos pais dos personagens principais sempre me fascinam, do mesmo jeito que os Marotos me fascinam em Harry Potter (deu pra entender a comparação? Espero que sim, hehe). Aqui vemos o Círculo no seu auge, Valentim na sua juventude persuadindo todo mundo com seu carisma. Luke moço é tão amor, gente <3. Amo quando o Magnus insulta o filho dos Lightwood, chamando-o de pestinha sem nem saber que quando o menino crescesse viraria seu namorado HUAHAUHAUAHUA CASSANDRA CLARE, SUA RAINHA. As crueldades do Círculo é de te deixar enraivecido. Depois vemos Clary com dois aninhos, Tessa falando sobre seu amor pelo Sr. Darcy <3 e usando uma blusa escrito "William quer uma boneca". A ironia por trás disso é deliciosa. Eles ainda falam do Instituto de Los Angeles, palco da próxima série da Cassie, The Dark Artifices. Easter Eggs fazendo a alegria de uma fangirl desde sempre.

  • O Rumo do Amor Verdadeiro (E Primeiros Encontros)
O primeiro encontro entre Magnus e Alec não foi o que chamaríamos de perfeito. Rap chamado "Música do Bumbum" no metrô, ruivo tentando roubar Magnus, uma caçadora de talentos querendo que Magnus vire ator de filmes de ação (Cassandra, você é genial, mulher!), e por fim uma lobisomem passando pela transformação, o que é muito triste. O amor deles é tão cru, tão cheio de descobertas que dói ao pensar no quanto eles sofrem nos livros dos Instrumentos Mortais :'(

  • O Correio de Voz de Magnus Bane
É hilário! Isabelle Lightwood sendo Isabelle Lightwood. A Izzy falando de Gabriel Lightwood (personagem da outra série da Cassie, As Peças Insfernais) e como ele era gato me faz querer dar um abraço apertado na Cassandra Clare. Palavras de Isabelle:
"Algumas pessoas dizem que os Herondale eram gatos, mas veja bem, não apenas somos bem mais numerosos do que eles, como pegamos o último gostosão deles e o tornamos nosso. Obviamente ganhamos." Sinto Will Herondale se torturando em seu caixão ao saber que um de seus descendentes escolheu ser Lightwood. Cassandra entende nossos sentimentos fangirl <3

Meus contos favoritos foram: A Rainha Fugitiva, Vampiros, Bolinhos e Edmund Herondale, O Herdeiro da Meia-Noite, Salvando Raphael Santiago,  O Último Confronto do Instituto de Nova Iorque. A boa notícia? Em fevereiro já começa o lançamento dos novos contos da Cassie, esse pós-Os Instrumentos Mortais e com um dos meus personagens favoritos como principal: Simon Lewis! Se chamará Shadowhunter Academy e já amo <3 quero que Cassie fale um pouco sobre a época de escola dos integrantes do Círculo e um pouco sobre o amor secreto de Michael Wayland pelo idiota do Robert Lightwood.

Enfim, eu sei que isso ficou beeeem imaturo, mas queria passar o quanto amo essa série! Cassandra Clare sabe se comunicar com os fãs como ninguém, e esse livro é um presente para nós, definitivamente. Fique com as outras fotos do livro:

Edição de colecionador porque com Cassandra Clare tem que ser com brilho
Salvando Raphael Santiago

James Herondale <3
Desnececyrus o sexy, parece que foi escrito por um fã HAUHAUAHAH
Enfim, muito amor, muita purpurina, muito Magnus pra vocês <3

Então eu assisti... Death Note


Eu claramente não estou psicologicamente preparada para esse post, mas vamos lá.
A razão, o culpado da minha ausência física e mental do mundo chama-se Death Note. Passei o último fim de semana absolutamente dentro desse universo e digo mais: esse é o primeiro de muitos animes que virão.
No comecinho do ano um amigo havia me indicado o anime, disse que eu precisa ver, que era suuuper legal, isso aquilo e tal. Tenho aquele mal de quando a coisa é muito indicada, fico com um pé atrás. Estranho, né? E posso ter nome e sobrenome japonês, mas nunca havia me interessado de ir atrás de animes, mangás e outras coisas relacionadas a cultura japonesa. Até agora.
Com o Netflix agora (o que é vida mesmo?) tudo ficou mais fácil. Eu entrei na categoria de animes e... tcharam! Tinha Death Note <3 e mergulhei de cabeça.

O que me cativou em Death Note foi como os personagens são bem desenvolvidos e em menos de um segundo você já está cativado. A primeira vez que L dá as caras você simplesmente fica vomitando arco-irís e morrendo de vontade de ver mais e mais. Isso é uma característica do anime que nos mata de ansiedade: cada fim de capítulo eles soltam uma bomba bafo no qual você não tem outra escolha que não seja assistir o outro capítulo (ou seja, isso é um ciclo).

Outra coisa que fez com que eu simplesmente amasse o anime é que o modo de desenrolar, as resoluções dos problemas, os novos problemas, é tudo muito inteligente! Os dois personagens principais ficam o anime inteiro naquela batalha intelectual e psicológica que no momento em que você entende o que está acontecendo seu queixo cai no chão e você fica pensando: "oh, genius!"

Death Note é um caderno preto cujo escrito o nome de uma pessoa ela morre, esse caderno é usado por Shinigamis, mais um dia um Shinigami entendiado resolve largar um Death Note no mundo humano, e um jovem estudante encontra esse caderno e vê nele uma oportunidade de construir um mundo melhor, ele começa a matar pessoas que ele julga não merecem viver, e coube ao maior detetive do mundo, com o codinome L, resolver esse caso

 Os personagens que mais gostei foram... ai tantos! Como disse, eles são bem desenvolvidos e cativantes. Mas eu escolheria o L, o Light, o pai do Light e o hilário Matsuda (que no final tem seu merecido ápice).

Mas também tem uma personagem que eu tenho pena. Sim, pena. A Misa Amane, uma garota que não representa bem as mulheres no anime. Como são poucas personagens femininas, eu pelo menos espero uma que eu consiga me assemelhar, mas nenhuma conseguiu isso. A Misa é tão submissa e boba que, bem, pra saber é só assistir.

Ah, e o Light! Light é um tipo de personagem que você ama/odeia. Você não sabe se é vilão/herói, se está certo/errado e se você concorda/discorda com ele. Em um momento você está: "vai com tudo, mata essa galera aí, vire o novo deus do mundo!" e outra hora você está: "você é um louco, vai arrumar um psiquiatra". A única coisa que você tem certeza é que ele é genial.
Não se engane pelo rostinho bonito do Light Yagami

O L dispensa comentários. Ele conseguiu ofuscar o personagem principal e com certeza é o favorito da maioria. Não é a toa, ele é incrível e tem manias tão marcantes.
*insira gritos histéricos aqui*
A parte da polícia é muito legal também. A equipe do L, o modo como cada detetive é e se comporta. Todos são humanos e com sentimentos, e isso fica bem claro. Como o pai do Light disse: "Eu tenho uma responsabilidade como pai e como o chefe de polícia."
Questões políticas também não ficam fora. O mundo inteiro é auditório dos assassinatos e investigações, chegando ao ponto dos EUA desistirem e apoiarem Kira (como o assassino fica conhecido mundialmente, já que lembra Killer no Japão).

Também não posso deixar de falar dos Shinigamis, extremamente importantes no anime. Eles são deuses da morte apossadores dos Death Notes, e o Shinigami que acompanha Light é Ryuk. Ele pode ser intimidador no começo, mas com o tempo eu simplesmente adorava a presença dele - e a risada. É muito legal ver toda a mitologia criada em volta dos Shinigamis e o modo de usar o Death Note. Fico feliz que o anime soube usar de vários modos o poder do caderno para criar tensão na série.


Mas vou confessar: o final não conseguiu suprir minhas expectativas. O que aconteceu é compreensível e coerente, mesmo assim sinto que faltou algo.

Quando terminei de assistir a necessidade de ter mais foi imediata. Assisti o filme (que é horrível), e agora quero ver se leio os mangás. Ah, e vou confessar: usar palavras como "arigatou", "kudasai" e etc entraram no meu vocabulário. Minhas raízes japonesas gritando para serem lembradas, hihi

Então eu assisti... A Culpa É Das Estrelas

Música Indie, humor inteligente e um romance inesquecível (e muito além disso)


Imagine alguém com a mais alta expectativa. Agora multiplique por cinco. Essa era eu a respeito do filme, grande erro, concordo. Alta expectativa sempre estraga (ainda mais quando você realmente ama o conteúdo e se lembra perfeitamente de trechos do livro com carinho) e isso resultou em uma leve decepção. Fuén :( mas isso não tirou a qualidade do filme!
É uma boa adaptação do livro de John Green (ou João Verde para os brasileiros íntimos), mesmo que faltem detalhes que fazem toda a diferença no livro, sabe? Aquela frase, aquele humor negro, aquela inteligência dos personagens, a complexidade das relações entre os amigos, familiares e... enfim, eles realmente focaram no romance, sabe? Isso me deixou com uma pulga coçando na cabeça :s
A fotografia está linda, de verdade, eu adorei! Os efeitos especias são fofos demais e a atuação está deliciosa. Eu tive receios com o Ansel Elgort que interpreta o Augustus, mas ele me convenceu muito bem, parabéns! Talvez como na atuação dele tive a expectativa baixa eu me surpreendi. Ah, e eu amei a mãe da Hazel, ela é muito fofa.
O foco fica realmente nos dois personagens principais, nada abrange. O filme não é corrido (como o caso da maioria das adaptações para inserir o máximo do livro na tela), a Shai fica sempre sem maquiagem, o que eu considero ótimo, já que mostra uma garota real e com problemas reais sem se importar com o que os outros pensam e tem confiança de se sentir inteira sem maquiagem. Aprecio isso. Ansel é sarcástico, sexy e carismático do modo Augustus de ser. Palmas! E os problemas com suas respectivas doenças não são o ponto principal e eles tentam ao máximo nos distanciam disso para não sentirmos pena dos personagens, o que considero essencial e genial.
Os pontos positivos são: 
  • É uma história de romance única e nem um pouco forçada. Tudo no seu tempo.
  • É jovem, é vivo e desperta sentimentos em você.
  • Você criam empatia com os personagens principais.
  • Tem uma trilha sonora ótima (que aliás estou escutando agora enquanto escrevo).
  • A Shai e o Ansel têm muuuuita química, o que torna tudo muito real.
Os pontos negativos que eu posso citar são:
  • Não explica nem cita em nenhum momento sobre o porquê a culpa é das "estrelas" como no livro.
  • O Isaac aparece bem pouco, e isso é decepcionante já que ele é um personagem muito carismático e querido.
  • Peter van Houten é bem mais detestável no livro (mas isso não significa que ele não seja detestável no filme).
  • Eles são beeeem mais nerds no livro :'(
  • Caroline Mathers e Kaitlyn nem existem, só pra começar.
Eu poderia citar mais coisas, mas seriam spoilers bem chatos aqui. Há bastantes diferenças, mas não deixa de ser fiel. Tem a essência, uma atuação linda, é delicado, é triste, mas é feliz também, entende? Eu fui com minhas amigas na estreia ontem, faltei de um plantão importante de matemática (haha) e amei mesmo. Mas eu tinha certeza que choraria, mas nada escorreu de meus olhos. Ah, e a plateia de garotas histéricas me irritou profundamente, acho que isso tirou boa parte da emoção. 
Tô pensando em fazer um post com as diferenças que me incomodaram, que tal?
E o que acharam do filme? 

Marcela Sayuri



Então eu assisti X-Men: Dias De Um Futuro Esquecido

O filme que fez minha cabeça explodir

Sempre quando fico muito animada com alguma coisa digo que minha cabeça "explode". Quando lançou a primeira trilogia X-Men para os cinemas eu era bem pequena, então não lembro muito bem, mas no ano passado nas férias de julho eu comecei a procurar a assistir filmes, e X-Men: Primeira Classe foi um deles, parte por causa da Jennifer Lawrence.
Fiquei tão entusiasmada com tudo aquilo! Eu me lembrava de quando eu assistia na casa da minha vó na hora do almoço o X-Men Evolution antes de ir pra escolinha, e como eu amava brincar com o meu primo que éramos mutantes (ele sempre era o Ciclope e eu era Vampira, haha). Como eu sabia que X-Men: Primeira Classe falava das origens do Professor Xavier e do Magneto, isso fez com que tudo ficasse ainda mais emocionante pra mim. Eu adorei ver como era construída a relação dos dois (bromance <3) e como o filme era recheado de humor irônico.
Quando o filme acabou e fiquei: "NÃÃÃÃÃÃÃÃO!" e me odiei por ficar tanto tempo sem me importar com X-Men. É tão emocionante!
Por sorte faltava apenas um ano para eu assistir X-Men: Dias De Um Futuro Esquecido, e ontem e assisti com minhas amigas. Estava com medo de me decepcionar, quebrar a cara e sair triste porque minhas expectativas eram altíssimas para esse filme, mas ele conseguiu alcançá-las.
James McAvo, Patrick Stewart como Professor Xavier e Sir Ian Mckellen, Michael Fassbender como Magneto. Mais fofos impossível.
A proposta é a seguinte: o filme se passa no futuro e no passado intercalado. Ok, digamos que 70% do filme é no passado, mas vocês já irão entender. Por causa de um erro cometido no passado pela personagem da J-Law, a Mística, fez com que isso determinasse o futuro apocalíptico que a humanidade se encontra, tudo isso por conta dos robôs Sentinelas criados pelo Dr. Trask (Peter Dinklage), feitos propriamente para destruir todos os mutantes.
Os poucos membros mutantes vivos do X-Men no futuro sempre estão viajando para se manterem assim. Com a ajuda de Magneto, Professor X, Tempestade e claro, Wolverine, Kitty (ou Lince Negra) tem a ideia de mandar Wolverine ao passado para procurar Charles Xavier dos anos 70 e juntos deterem Mística desse erro que ela cometerá e destruir os Sentinelas para salvar a humanidade e deter esse futuro horrível.
Ok, é confuso, mas funciona. Não tem como não se empolgar com as cenas em que Wolverine se refere ao futuro para o Magneto e para o Professor X do passado. 
Kitty mandando a consciência de Wolverine para os anos 70
Uma coisa que me irritou do filme foi a quantidade absurda de Mutantes (são muitos, sério), mas como não aproveitaram e nem desenvolveram os personagens. Tá, os principais foram desenvolvidos, e não haveria espaço para os outros, mas o incômodo fica, já que tem vários atores realmente bons e que não tiveram seu momento. Por exemplo, lembram dos primeiros mutantes lá do Primeira Classe? Cadê eles? Alguns têm uma ponta na história, outros a gente sabe que fim deu, mas foi chato isso. A turma do futuro não teve tanto destaque também (nem muitas falas, a única coisa que fizeram foi lutar), mas compreensível, tudo bem.
Destaque para as cenas do Charles Xavier do passado. No começo vemos ele desolado, e com o tempo o personagem vai crescendo e crescendo e conseguimos compreender suas frustrações, dúvidas, e também sua força. Palmas!
Magneto lindo foi responsável pelas reviravoltas. Seu ódio pelos humanos, e sua vontade de dar ao Mutante seu próprio espaço (vejo um complexo de inferioridade aí, Erik!) foi determinante na história. Magneto faz o que quer e do seu jeito, o que é um problema para Charles, e os dois sempre estão se amando/odiando por isso.
Outra coisa que me incomodou (mas não tanto) foi a falta daquele super-vilão, sabe? Teve briga, confusão, mas não um chefão, diríamos assim. Não li a hq, então posso estar falando besteira, mas o que chegou perto para ser os vilões (os Sentinelas, o Dr. Trask, e até mesmo a Mística e o Magneto) não levam esse título. Pensando bem, imaginando aqui o filme com um super-vilão, acho que a situação pioraria... 


E pra terminar, um destaque para a melhor coisa do filme: Mercúrio. Ele roubou toda a cena e foi o personagem mais divertido/irônico/zoeiro/badass de todo o filme. Um show a parte! Por sorte teremos mais dele no X-Men Apocalipse e em Vingadores 2 \o/
Só não entendi uma coisa: ele não é filho do Magneto? Como fica isso? Socorr
E não quero estar enganada, mas aquela menina no colo do Mercúrio é a Feiticeira Escarlate? OMG


Se você procura diversão, bromance, ação, muita Jennifer Lawrence, referências dos filmes passados, Wolverine pelado esse filme é pra você. Corre pro cinema, vai!

Acho que estou me viciando em X-Men nooooooo